sexta-feira, 11 de janeiro de 2019

Vereador João Eugênio vai apresentar Projeto de Lei de proteção ambiental para Taquaritinga do Norte




Vereador João Eugênio (PPS).(Imagem: assessoria / reprodução / Lindberg Macêdo)


Projeto de Lei do vereador João Eugênio visa proteger o meio ambiente e a Mata Atlântica do município

Na 2° Reunião Ordinária que aconteceu nesta quinta feira (10), o vereador João Eugênio (PPS) solicitou a assessoria jurídica da Casa Legislativa, a elaboração de um Projeto de Lei para proteção ambiental no município.

O vereador sugere que haja uma parceria entre o poder público e proprietários das áreas  onde a vegetação foi destruída.

De acordo com João, o reflorestamento deve ser obrigatório com no mínimo 10 árvores nativas plantadas por hectare, ficando a diretoria de Meio Ambiente responsável pela fiscalização.  

Taquaritinga têm um grande potencial turístico, e nós temos a obrigação de proteger as nossas riquezas naturais.  Com esse Projeto de Lei, vamos fazer o melhor pelo nosso meio ambiente, mantendo o que já temos, restaurando e ampliando ainda mais as nossas matas e sítios.” Disse João Eugênio.  

O município de Taquaritinga do Norte sofreu um grande incêndio que destruiu parte da sua Mata Atlântica. Diariamente pequenos focos continuam devastando o pouco que resta da fauna. 

Também não existem critérios para a retirada de água das fontes e mananciais. Diariamente centenas de carros pipas saem com água para outros municípios sem contra partida para Taquaritinga.

O tema foi discutido na Câmara e em breve o Projeto de Lei deverá ser apresentado  no Plenário.

Da Redação
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quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Polícia investiga série de golpes na venda de carros por sites e aplicativos em PE


Delegado Fauzer Palitot, titular da Delegacia de Estelionato, no Recife, investiga casos de golpes em vendas de carros online — Foto: Reprodução/TV Globo

Desde novembro, 25 pessoas já registraram boletim de ocorrência, segundo delegado. Vítimas perderam de R$ 40 mil a R$ 100 mil

A Polícia Civil investiga uma série de golpes na vendas de veículos praticados através de sites e aplicativos de compra e venda. Segundo o delegado Fauzer Palitot, titular da Delegacia de Estelionato, desde novembro, 25 pessoas já caíram no golpe. As vítimas perderam de R$ 40 mil a R$ 100 mil. Investigações apontam para uma quadrilha com atuação interestadual. 

O delegado explica que o golpe tem início quando o criminoso vê um anúncio de venda de um carro. Ele, então, conversa com o anunciante e diz que vai querer comprar o veículo. Por isso, pede que o vendedor retire imediatamente o anúncio do ar e envie as fotos do carro para ele via mensagem.

Em seguida, através de uma conta falsa nos aplicativos de compra e venda, o estelionatário faz um anúncio com as fotos do carro dessa pessoa, fingindo ser o dono do veículo, inclusive com mesmo nome. A oferta de venda é feita com um valor bem abaixo do mercado e do que foi pedido anteriormente pelo real dono.

“Ele não pechincha. E essa é mais uma dica para o consumidor ficar um pouco mais atento. Não há pechincha. Ele dá a palavra de que vai ficar com o carro naquele valor e, para uma terceira pessoa, um pretenso comprador, ele diminui o valor do bem para que isso ocorra de uma forma mais rápida”, explica o delegado.

Durante a negociação, o estelionatário passa uma conta bancária em nome de uma terceira pessoa para o comprador, alerta Palitot. Em cada caso, ele conta uma história diferente do motivo de a conta não ser no mesmo nome do dono do veículo. Muitas vezes, o cliente não vê o veículo antes do depósito.

“Esse pretenso comprador realiza o depósito nessa terceira conta e aí acontece o estelionato. Quando vai haver a entrega do bem, eles [o primeiro anunciante e a vítima] descobrem que, na verdade, foi uma terceira pessoa que ficou com o dinheiro do comprador”, explica Palitot.

Segundo o delegado, essas contas são abertas com documentos falsos extraviados em diversos estados do país, como Maranhão, Rio de Janeiro e Paraíba, além de Pernambuco. "As investigações apontam que existe uma quadrilha, por conta dessa grama de contas bancárias que estão espalhadas por todo o país", diz.

O delegado explica que, em muitos casos, o vendedor do carro chega a receber por WhatsApp um falso comprovante de pagamento. Assim, o anunciante acredita que vendeu o veículo por um valor, o verdadeiro comprador pagou um valor bem abaixo, mas quem recebeu o dinheiro foi o estelionatário.

Na maioria dos casos registrados pela polícia, o golpe tem valores que variam de R$ 40 mil a R$ 60 mil, "por serem mais acessíveis", segundo o delegado Palitot. No entanto, há registros de vítimas que perderam até R$ 100 mil.

Como evitar
Palitot explica que há maneiras de identificar se aquela negociação online é perigosa ou não. Entre as dicas dadas pelo delegado para evitar cair em um golpe como esse, está não comprar veículos ou realizar depósitos em contas que não estejam no nome do vendedor, além de ver o carro antes de fazer qualquer pagamento.

"O primeiro ponto seria não aceitar nenhum tipo de intermediação. Porque [nos golpes] o carro está sempre em nome de outra pessoa, que é de fato o anunciante, e aí ele cria uma história que vai variando de casa caso para justificar porque o carro não está no nome dele", afirma Fauzer Palitot.

Outra atitude que merece desconfiança é o fato de alguém comprar um carro sem fazer nenhuma negociação no valor do veículo.

"Se você é o anunciante e a pessoa está dizendo que tem interesse em comprar, é muito estranho que uma pessoa chegue para você e diga sem nenhum tipo de negociação que vai ficar com aquele bem. E mais estranho ainda, nesse golpe específico, ele pedir para que você retire imediatamente seu anúncio e envia as fotos do seu carro para ele para o WhatsApp dele", afirma o delegado.

Uma outra opção é que o interessado em comprar o veículo vá até uma Delegacia de Polícia com a placa do carro. Nas DP's é possível consultar quem é o verdadeiro dono do veículo.

Denúncias sobre casos de golpe podem ser feitas em qualquer delegacia próxima à casa da vítima. Em casos de prejuízos de mais de 40 salários minímos, as investigações são encaminhadas para a Delegacia de Estelionato e a denúncia também pode ser realizada no local.

Da redação / Por Pedro Lins, TV Globo
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Prefeito de Taquaritinga entrega beneficiadora de silagem e 600h/máquina para agricultores

Prefeito Lero entrega ensiladeira e 600h/máquinas para os agricultores do município. (Imagem/Assessoria)

Prefeito reafirmou a parceria com os agricultores e confirmou a doação de 600h/máquina para 2019

O prefeito de Taquaritinga do Norte, Ivanildo Mestre – Lero, fez a entrega de uma Ensiladeira (Equipamento usado para o corte sem desfibrar todos os tipos de forragens como cana de açúcar, capins, milho, sorgo e outros) para o uso dos agricultores do município.

O equipamento foi adquirido através de convênio com o Fórum Territorial do Agreste Central. Lero anunciou ainda a doação de 600h/máquina.

O ato aconteceu durante a Reunião Ordinária do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRS), na manhã da última quarta (9), na sede da Associação dos Produtores Rurais no Jerimum.




Da redação
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Legislativo de Taquaritinga participa de homenagens ao Padroeiro Santo Amaro

Visita da imagem de Santo Amaro à Câmara Legislativa. (Foto: André Barbosa)


Festa de Santo Amaro é uma das mais tradicionais do estado e atrai milhares de devotos ao município

O município de Taquaritinga do Norte vivencia neste mês de janeiro as festividades religiosas em alusão ao seu Padroeiro Santo Amaro

Na noite da última terça-feira (8), o Legislativo Municipal foi um dos noiteiros da programação religiosa, e na manhã desta quarta-feira (9), os parlamentares e funcionários  receberem a imagem de Santo Amaro na sede da Casa Legislativa Miguel Lucas de Araújo.

Legislativo foi um dos noiteiros da "Festa de Santo Amaro". ( Foto:Lindenberg Macedo/Divulgação)

O presidente, Professor Jurandi, agradeceu e parabenizou o pároco da cidade pela grandiosidade da festa: “Parabenizamos o Padre Pedro e todas as equipes envolvidas na realização dessa festa que a cada ano nos surpreende por sua organização" falou Jurandi,  "ficamos muito felizes e honrados em participar do novenário e de receber o seminarista que juntamente com representantes de pastorais, nos proporcionaram um rico momento de oração e reflexão”, declarou o Professor Jurandi.

A programação da festa segue até o dia 15, onde será realizada a tradicional procissão que conduzirá a imagem do padroeiro pelas principais ruas da cidade.

Da redação / Com informações do Blog do Cidade em Foco
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Bandido é soterrado após explosão a banco dar errado

Bandido foi surpreendido pelos explosivos em tentativa de roubo ao Banco do Brasil ((FOTO: TAIS SANTANA/RICTV CURITIBA)


Os bandidos tentavam entrar no Banco do Brasil por um centro comercial que fica ao lado da agência bancária

Uma pessoa foi soterrada durante tentativa de explosão a uma agência bancária na rua Salgado Filho, no bairro Uberaba, em Curitiba, no início da manhã desta quarta-feira (9).

Segundo a PM, os bandidos tentavam entrar no Banco do Brasil por um centro comercial que fica ao lado da agência bancária quando a vítima foi soterrada. Tudo indica que os bandidos calcularam errado a quantidade de explosivos e um deles acabou soterrado.

Segundo o vigilante do centro comercial, ele viu dois corpos soterrados no local. "Por volta das 5h30, todos os sensores do centro comercial foram disparados. A gente chegou no local, já estava o Corpo de Bombeiros e tinha a identificação de dois elementos. Eles entraram, fizeram a vistoria e identificaram que realmente tem sinal de explosão lá em baixo e acharam o corpo. Metade do corpo está no centro comercial e a outra metade na agência bancária", contou o trabalhador.

Uma Unidade do Corpo de Bombeiros (CB) trabalha para resgatar o corpo que está preso nos escombros e verificar se existem outras vítimas presas no cômodo. Os comparsas conseguiram fugir logo após a explosão dar errado.

Da redação /  R7

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Mensagens atribuídas a facções indicam pacto contra o Governo do Ceará

Mensagem deixada em um posto de saúde durante os ataques. ( ARQUIVO PESSOAL)


Acordo firmado entre PCC, CV e GDE apontam para união contra inimigo em comum, segundo analistas

Um total próximo de 100 ataques a prédios públicos, queima de ônibus e até a explosão de uma bomba em viaduto alastrou o clima de insegurança pelo Ceará desde a última quarta-feira. Ao menos 100 pessoas estão presas, suspeitas de participarem dos ataques. 

Todas as ações são fruto de um pacto firmado entre facções criminosas rivais contra o governo estadual após a fala do secretário de Administração Penitenciária, conforme explicam especialistas e apontam “salves” (mensagens) atribuídas aos grupos.

Os ataques no Ceará tiveram início com uma fala de Luis Mauro Albuquerque, escolhido pelo governador Camilo Santana (PT) para assumir a pasta recém-criada. Em seu primeiro discurso no cargo, ele prometeu que não haveria mais a separação de presos no sistema prisional. 

Hoje, há cadeias específicas para membros de cada grupo, reflexo de outros ataque feitos em 2017 no Ceará após execuções dentro dos presídios no Amazonas – durante guerra das facções CV (Comando Vermelho, natural do Rio de Janeiro) e PCC (Primeiro Comando da Capital, originária de São Paulo).

A ameaça do secretário fez com que as facções rivais compactuassem em dar uma resposta ao governo. Além de CV e PCC, o estado tem atuação da GDE (Guardiões do Estado, grupo local com parceria junto ao grupo paulista) e da FDN (Família do Norte, atuante principalmente na região Norte e de presença mais reduzida no Ceará, além de ex-parceira do CV – rompeu vínculos no ano passado). 

O pacto de não agressão é transmitido nos “salves”, nome dado para as mensagens com ordens dadas pelos líderes das organizações e repassadas aos demais membros.

“Meus irmãos GDE, nós pede humildemente que vocês entendam que se chegar qualquer liderança, PCC ou CV na nossas cadeias, que os irmãos acolham e der tratamento de um bandido a eles, der água, comida, escova, pasta, roupas e lençol”, diz trecho de um salve atribuído à cúpula do GDE. A grafia foi mantida conforme as mensagens originais dos grupos. “Em cima desta situação vamos dá essa trégua porquê é o está que está fazendo isso propositalmente no intuito de nós se matar. Como nós sabemos disso e da intenção do estado judiciário, nós não iremos satisfazer a vontade do estado. Iremos recebe-los os nossos inimigos com a dignidade de bandido e esperamos o mesmo feedback do lado deles”, continua o texto.

Outro texto divulgado é atribuído genericamente ao “crime organizado”. “Não iremos tolerar opressão e nem mudança alguma dentro do sistema. Se não estiverem acreditando vão pagar um preço muito alto. Porque não vamos aceitar regime de carrasco de braços cruzados não”, diz o texto, que segue com ameaças ao governo cearense. “Assim que vocês mexer com qualquer um de qualquer facção, a ordem é pra tocar o terror geral, tacar fogo em bancos, Correios, delegacias e derrubar pontes e viadutos. Vamos deixar o estado num estado de calamidade pública”, prometem.

São cinco dias consecutivos de ataques. De lá para cá, o Ceará acelerou a inclusão de 373 novos policiais que estavam na preparação acadêmica, mais 220 agentes penitenciários, além de reforço com 300 integrantes da Força Nacional, enviados pelo governo de Jair Bolsonaro (PSL) e pedido de suporte de policiais militares de outros estados do Nordeste. 
A Bahia enviou 100 integrantes e há a expectativa de mais suporte. A Polícia Civil também indiciou mais de 50 integrantes de facções que já estão presos, acusados de divulgarem os “salves”. Esta reação é diferente da adotada em outros momentos.

No ano passado, o Ceará registrou outra onda de ataques também voltado à questões prisionais. Segundo Cláudio Justa, advogado e presidente do Copen (Conselho Penitenciário do Ceará), ações interrompidas quando o estado cedeu e dividiu as facções em presídios diferentes. “O que acontece hoje é diferente do que tivemos em 2016 e abril de 2017. Tem uma reação de rua por parte das facções, que estão nos territórios sobretudo mais vulneráveis. Nas outras ações precedentes, houve um recuo do estado, até com receio de se ter o agravamento da situação e um dano maior, não só ao patrimônio, mas também de perder pessoas”, explica.

Segundo Justa, a resposta diferente do estado fez com que as facções se unissem temporariamente contra o “inimigo comum”. “A preocupação para nós que conhecemos a realidade dos presídio, conhecemos as famílias, estes jovens dão o retrato fiel do que acontece. Vemos que tem disposição de tudo ou nada por parte das facções, não só questão do governo estadual, um tanto indulgente, mas com a presença do governo federal e a doutrina de ‘vamos por a casa em ordem’, ‘extirpar o crime’, essa lógica que assumiu o estado no discurso”, aponta.

Os grupos criminosos são formados por jovens “nem, nem, nem”, como explica o advogado. “São garotos jovens e adolescentes que nem frequentam a escola, nem atividade de comércio ou trabalho, nem estão integrados a qualquer atividade social. Esse é o exército cooptado, regimentado pelas facções. É um volume muito grande, eles não tem nada a perder, conseguem levantar dinheiro que dificilmente conseguiriam dentro de um trabalho lícito”, diz.

Estes grupos estão atuantes sobretudo nas periferias das cidades cearenses, locais apontados como escolha de onde a onda de crimes acontece. “Tenho observado que, no lado rico da cidade, não está acontecendo nada, nem um traque. É um silêncio… O pessoal está em casa. Onde está acontecendo tudo isso é na periferia, são nos bairros mais populosos e distantes do lado rico. As facções conhecem o território, sabe onde entrar, onde sair e onde ficar”, aponta Glauciria Mota, socióloga coordenadora do Laboratório de Direitos Humanos, Cidadania e Ética da UECE (Universidade Estadual do Ceará).

A socióloga explica que há dez anos os governantes que comandaram o estado erraram ao não traçarem políticas públicas que combatessem a entrada das facções. Segundo ela, quando o CV e PCC se propagaram para o restante do país e o Ceará, a escolha foi para negar a existência de grupos criminosos nestes territórios e agir na base do enfrentamento. Ela ainda trata da questão com temor de se expandir.

“Também tememos que esta situação possa desencadear algo nacional ou nas regiões Norte e Nordeste, principalmente porque policiais estão vindo de outros estados. O pacto de PCC, GDE, CV e FDN é para combater o que for. Se houver assassinato, não acredito que será dentro do sistema penitenciário, é contra o estado opressor, segundo eles”, explica, listando dois pontos que fazem o governo agir com mais cautela. “Pode ser que o governo endureça. Por enquanto, tem dado proteção e tentado evitar mortes de agentes de segurança. Tem uma rede muito grande de soldados e não atacou o lado rico da cidade, nem pessoas foram mortas. São dois fatores que colocam o governo mais na retaguarda”, argumenta Glauciria.

Posicionamento oficial

Segundo a SSPDS (Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Ceará), o número de presos por envolvimento nas ações criminosas” é de 110. Três pessoas morreram em suposto confronto com a polícia: duas ao atearem fogo em um posto de atendimento do Detran (Departamento Estadual de trânsito) e trocarem tiros com a PM, na madrugada de domingo (6/1), e uma ao atirar contra policiais na estrada CE-010, na quinta-feira (3/1).

“Entre as autuações, está ainda a de um suspeito, preso em flagrante, pela venda irregular de combustíveis a grupos criminosos. Um caminhão-tanque foi apreendido e o homem foi encaminhado para a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas (Draco). De acordo com as apurações, o suspeito vendia cada galão de gasolina a R$ 70”, explica a pasta sobre os presos.

A Ponte questionou a SSPDS sobre os reforços solicitados para as Polícias Militares de outros estados nordestinos (quantos estados foram acionados, quais corporações acataram o pedido e quantos integrantes serão enviados), bem como a confirmação de que 100 PMs da Bahia já estão no Ceará. Contudo, a nota da pasta omite responder estas questões.

Através de sua página no Facebook, o governador Camilo Santana explicou que “o esquema reforçado de segurança continuará, e com mais força ainda, por todo o tempo que for necessário para garantir a ordem e colocar atrás das grades todos aqueles que atentarem contra a sociedade”, garantiu. “Esse tem sido justamente o motivo desses atos criminosos: fazer com que o Estado recue dessas medidas fortes, o que não há nenhuma possibilidade de acontecer. Pelo contrário: endureceremos cada vez mais contra o crime. Criamos uma secretaria especialmente para a atuação rigorosa em todos os presídios, agindo com firmeza, dentro da lei e mostrando que o comando é do Estado”, posicionou-se o petista.

Da redação / El País

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terça-feira, 8 de janeiro de 2019

Petrobras manda embora todos os diretores indicados no governo do PT


Castello Branco indicou Carlos Alberto Pereira de Oliveira para o lugar de Solange Guedes na diretoria de Exploração e Produção (Mauro Pimentel/AFP)

Os diretores afastados por Castello Branco foram indicados para seus postos em 2015, após a saída de Graça Foster da petroleira

O novo presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, destituiu o último diretor indicado pelo governo Dilma Rousseff. Em comunicado ao mercado, a estatal anunciou a saída de Solange Guedes da diretoria de Exploração e Produção. Para seu lugar, Castello Branco indicou Carlos Alberto Pereira de Oliveira.

“A companhia agradece a dedicação da sra. Solange Guedes ao longo de seus trinta e três anos na área de Exploração e Produção da Petrobras e seu importante trabalho à frente desta diretoria desde 2015”, informa a Petrobras.
Antes de Solange, Castello Branco já havia substituído os diretores Hugo Repsold e Jorge Celestino.

Os três chegaram à diretoria da Petrobras em 2015, após a renúncia coletiva dos executivos comandados por Graça Foster, que foi substituída por Aldemir Bendine.

Da redação / veja.com
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Polícia procura homem que danificou carros em frente à delegacia de Toritama


Imagens mostram momento em que homem golpeia veículos estacionados em frente à delegacia (Foto: Divulgação/Polícia Civil de Pernambuco)


Em imagens gravadas por câmeras instaladas próximo à delegacia, é possível ver o homem chegando ao local com o rosto coberto e usando um objeto de ferro para golpear três veículos

Um homem destruiu três carros estacionados em frente à delegacia da cidade de Toritama, no Agreste do Estado, na madrugada desta segunda-feira (7). 

A Polícia Civil de Pernambuco divulgou, em nota, que trabalha na identificação do suspeito, que deverá responder por danos ao patrimônio.

Segundo a polícia, foram golpeados três carros: um apreendido, uma viatura da Polícia Civil de Pernambuco e um particular de um policial que trabalha na delegacia.

Peritos do Instituto de Criminalística (IC) estiveram na delegacia e confirmaram que as marcas encontradas nos veículos não foram causadas por disparos de arma de fogo.

Da redação / Folhape
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domingo, 6 de janeiro de 2019

Liberação de apostas traz desafio de evitar corrupção

Kfouri: "Eu preferia que não existisse, mas não há como impedir" (Foto: Pedro França/Agência Senado)


Lei ainda depende de regulamentação no Brasil, mas já causa temor de que futebol possa ter resultados manipulados

O desporto brasileiro - sobretudo o futebol - deve passar por uma mudança significativa num futuro próximo. No fim do ano passado, o Governo Federal promulgou a Lei 13.756/18, que tem entre seus pontos a liberação de apostas esportivas. A modalidade já é amplamente difundida e praticada em boa parte do mundo.

Na Europa, onde estão os clubes mais ricos do futebol, sites de jogos movimentam cifras exorbitantes e algumas empresas chegam até a patrocinar equipes. No Brasil, a tendência é que o modelo se repita. 

O Ministério da Fazenda será responsável pela autorização e concessão das loterias e deverá regulamentar a atividade no prazo de dois anos, prorrogável por igual período, a contar da data de publicação da lei. Há quem enxergue a medida com ressalvas. Afinal, apostas são um terreno fértil para a manipulação de resultados. E o chamado "País do futebol" está longe de ser exemplar no combate à corrupção.

O receio se justifica. Nas últimas décadas, o Brasil conviveu com escândalos que envolviam o futebol e casas de apostas (ver mais na página 6). O jornalista Juca Kfouri viveu essa realidade de perto na década de 1980, quando era editor da Revista Placar. E foi personagem fundamental para que famoso caso da "Máfia da Loteria Esportiva" viesse à tona através de denúncia do veículo que dirigia.

Hoje, Kfouri acredita ser inútil barrar a entrada das empresas de jogos, embora admita apreensão com a liberação. "Eu lamento porque o jogo é sempre um meio de corrupção e a gente já tem visto isso pelo mundo afora. Agora, ao mesmo tempo, não há mais como evitar. No mundo globalizado não adianta você proibir porque se faz pela internet. Então, pelo menos, é uma maneira de, por via de impostos, arrecadar algum dinheiro a ser distribuído. É aquela história: eu preferiria que não existisse, mas não há como impedir", admite.

Para o jornalista pernambucano Lenivaldo Aragão, mesmo com maiores mecanismos de fiscalização, conter a manipulação de resultados no futebol ainda é tarefa das mais árduas.

"É preciso um olho no padre e outro na missa. Com o surgimento da internet, foram criadas essas agências de apostas internacionais, principalmente na Ásia. Houve até casos de corrupção nas divisões inferiores de São Paulo, o que levou o presidente da Federação Pernambucana de Futebol (Evandro Carvalho) a trazer o procurador-geral do Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), Paulo Schmitt, e criar uma comissão para cuidar dessa história em Pernambuco, para evitar esse tipo de problema. Os apostadores se multiplicam, apesar de tudo. A FPF-PE já estava atenta para esses casos de corrupção, principalmente nas divisões de base", ressalta.

Segundo Lenivaldo Aragão, todo cuidado é pouco em relação a esse tema. "As apostas podem até ser uma fonte de renda - para os clubes, talvez. O que pode acontecer, eu não sei. O fato de o presidente da FPF-PE ter tomado essas providências é uma alerta. É preciso atenção dos clubes. O mundo está muito complicado, com internet e redes sociais é mais fácil perder o controle", avalia.

João Caixero, presidente do Santa Cruz na década de 1970 e hoje diretor do Tricolor, não esconde sua desconfiança quanto às apostas. "Eu vejo isso meio preocupado, porque as apostas têm causado vários problemas. A Paraíba mesmo foi uma das vítimas disso, com compras de árbitros e manipulação de resultados (no ano passado). É preciso haver uma fiscalização enorme, grande, mas eu vejo com muita preocupação a liberação das apostas", opina o dirigente.

Uma corrente defende que, na prática, pouca coisa vai mudar de fato. Isso porque, mesmo com a proibição que vigorava no país até o ano passado, aproximadamente 500 sites baseados no exterior recebem apostas de internautas brasileiros. Um sinal disso é que as maiores casas de apostas da Europa contam com opção de páginas em português. Com a regulação, estas empresas vão ter autorização para explorar legalmente o jogo no Brasil.

"A regulamentação das apostas esportivas aqui precisa ser inteligente e eficiente, protegendo a integridade do esporte, dando segurança aos apostadores e criando uma rede de proteção às pessoas vulneráveis", afirmou à Folha de S. Paulo o advogado Pedro Trengrouse, responsável pela proposta sobre o tema aprovado no Congresso Nacional. Vale lembrar que países da Europa, como França e Espanha, têm seus órgãos estatais de fiscalização do mercado.

Da redação / Folhape
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